Após o fim da Segunda Guerra Mundial, Turing retornou ao seu trabalho no desenvolvimento de um computador e até mesmo de uma inteligência artificial, trabalhou no National Physical Laboratory no Reino Unido e na Universidade de Manchester.
No ano de 1952, Alan Turing foi condenado pelo governo britânico por ser homossexual, algo que na época era considerado crime, e teve que se declarar culpado embora o mesmo não se sentia culpado por nada que havia feito, no entanto, no júri inglês ele foi condenando por indecência e declarado sua prisão ou o castramento químico, e então, Turing escolheu o castramento, assim, perdeu suas credenciais de segurança. Mesmo sendo um dos lideres por desvendar o código alemão e encurtar a guerra salvando milhares de pessoas o governo britânico só foi perdoa-lo 59 anos depois por meio da prerrogativa real da compaixão, depois de um pedido do ministro da justiça, Chris Grayling, com o seguinte recado: “Turing merece ser lembrado e reconhecido pela sua fantástica contribuição aos esforços de guerra e por seu legado à ciência. Um perdão da Rainha é um tributo apropriado a esse homem excepcional”
Aos seus 41 anos em 1954, Alan Turing foi encontrado falecido em sua casa. Sua morte foi declarada como envenenamento por cianeto, que segundo apurações do caso, pode ter sido causada por uma maça envenenada, pois sempre antes de dormir Turing ingeria uma, levando os policiais a registrar sua morte como suicídio, porém familiares do ex matemático anos depois disseram à polícia que a morte aconteceu por engano levando a morte de Turing no final das contas ser coberta por bastante mistério, uma tese apoiada em 2012 por um historiador e diretor do arquivo Turing da Historia da Informática, Jack Copeland

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